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O consórcio como forma de previdência privada.

Para nós entendermos como um consórcio pode funcionar como previdência privada é essencial que entendamos o que é consórcio e o que é previdência privada.

Consórcio é uma modalidade de investimento ou aquisição de bens e patrimônio, através da qual o comprador, investidor ou consorciado adquiri um determinado bem em um determinado período, que pode ser durante ou ao final do pagamento das parcelas.

A vantagem de fazer um consórcio, em relação a financiar a compra de um bem, é que no consórcio não há incidência de juros, apenas uma taxa administrativa que é paga à administradora. Com isso, ao contrário do financiamento, o consorciado adquire o bem pelo seu valor. No caso do financiamento, os juros podem responder por até 60% do valor total pago pelo comprador.


Previdência e previdência privada

A previdência, pública ou privada, consiste no recolhimento de um valor mensal do contribuinte, que é pago regularmente até a aposentadoria. Quando o contribuinte se aposenta, ele passa a receber um determinado valor, como fosse uma remuneração, cujo fomento é a contribuição feita através dos anos com a previdência.

No plano de previdência privada, em que o cliente pode contratar através de uma corretora de seguros, o mecanismo é bem parecido, sendo que há uma autonomia do investidor. De qualquer forma, em essência, a previdência privada é um investimento no futuro. Ao final de um determinado período o segurado pode resgatar o valor total disponível ou, de acordo com o plano, receber um valor mensal até a morte.

Sendo assim, a previdência privada é uma forma de proteger o segurado quando esse estiver não mais estiver recebendo proventos decorrentes de sua atuação profissional. O objetivo, portanto, é seguridade.


Como o consórcio pode funcionar como previdência?

Nem todo consórcio vai funcionar como previdência. O primeiro ponto é que o consórcio, para isso, precisa ser visto como um investimento de longo prazo.

Estamos, efetivamente, falando de imóveis. Como o consorciado estabelece um valor mensal para as parcelas e não há incidência de juros sobre o valor do bem a ser adquirido, há duas vantagens em questão. Uma delas é que o bem será adquirido pelo seu valor real. No caso do financiamento, o cliente acaba pagando duas vezes o valor do imóvel. A outra é que o consorciado pode se planejar, contraindo obrigações que cabem no seu orçamento.

Se tiver sorte, ainda pode ser sorteado e receber a carta de crédito antes do final das parcelas.

Consideremos, no entanto, apenas a situação em que o cliente termina de pagar as parcelas e recebe a carta de crédito. Ao comprar o imóvel, estará adquirindo um patrimônio. Repare que na previdência o segurado pode receber o valor à vista ou transformá-lo em aposentadoria de fato, com pagamento mensal.

Quando você adquire um imóvel pelo consórcio, tão logo tenha a escritura, pode vendê-lo. Tudo aquilo que pagou em suaves prestações pode se transformar em dinheiro vivo. Esse dinheiro pode ser aplicado e transformado em renda.

Por outro lado você pode simplesmente alugar o apartamento e transformá-lo em renda fixa mensal. Esse é o modelo ideal, porque você tem, ao mesmo tempo, um patrimônio, que pode até se valorizar, e ele ainda te rende uma receita mensal.
 

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